terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Análise do site do semanário SOL

Este portal é claramente diferente da generalidade dos sites de jornais portugueses e estrangeiros. Para além de apresentar um grafismo bastante inovador, com cores vivas, apresenta ainda uma barra de botões, do lado esquerdo, que faz lembrar uma pasta com vários separadores.

As notícias em destaque não apresentam tamanhos diferentes. Na verdade, a página inicial apenas apresenta duas notícias, uma nacional e outra internacional, e uma imagem enorme, com destaque. Ou seja, mal se chega ao site do Sol, apenas encontramos duas notícias com destaque, e uma barra temática do lado esquerdo. No topo, está uma outra barra, com as secções. O lado direito é integralmente preenchido com publicidade. É ainda dado grande destaque à secção de blogues, integrados no próprio jornal.

Apenas depois de fazer um scroll pela página abaixo é que é possível encontrar as restantes notícias que preenchem a actualidade. A ocuparem o lado esquerdo e o centro, estas notícias não têm nada que as distinga: são todas do mesmo tamanho, não há títulos com tamanho maior que outros: a hierarquia é feita com base na posição das notícias – parte-se do princípio que as que estão mais acima são mais importantes.

Ao lado destas notícias, que têm uma pequena foto a ilustrar o tema e a indicação das visitas e dos comentários, há uma lista com as últimas notícias, e as notícias mais lidas/comentadas. No fundo, os blogues mais importantes também têm destaque.

Em termos gerais, o site do Sol apresenta algumas coisas interessantes. O facto de as notícias com maior destaque darem indicação de dá quanto tempo foram publicadas dá uma noção importante de actualidade. Porém, a primeira impressão é que conta, num jornal destes. E se, sem mexer o rato, só aparecem duas notícias, o cibernauta sente que falta variedade na página. Mesmo que faça o scroll, vai encontrar notícias sem qualquer noção flagrante de hierarquia, sem nada que lhe diga qual é mais importante que a outra.

Há uma grande pecha quanto ao multimédia: a única coisa que existe parecida, tirando a foto, já descrita, é uma galeria, no fundo da págia inicial, com mais fotografias e infografias. Estas últimas têm pouca actualização (já passaram mais de três semanas desde que a última foi produzida).

A estrutura das notícias, porém, está interessante. O grafismo é apelativo e o tipo de letra é agradável à leitura: espaçado, respira bem e não cansa o leitor.

O cartão de visita é mau; porém, o conteúdo do jornal, as notícias, chegam a ser interessantes.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Moda na UM: Casacos são peça indispensável






No Inverno, as preferências estilísticas dos estudantes da Universidade do Minho não seguem as tendências da moda. Numa rápida pesquisa feita no campus de Gualtar, percebe-se que, quando chega o frio, o importante é estar aconchegado, e não bonito. Os casacos são, assim, a peça a que mais alunos recorrem para se manterem protegidos do frio. Os feitios e padrões são diversos, mas o que importa mesmo é que sejam quentes: a maioria dos estudantes não gosta de usar muita roupa, daí que um casaco quente seja a melhor alternativa. O slideshow acima reflecte essa tendência.

Nuno Fonseca, estudante do 2º ano de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, diz que costumava combater o frio com muita roupa. “Cheguei a usar camisola interior”, admite, com algum embaraço. Actualmente, um bom casaco é suficiente. O material preferido é o cabedal, e o cachecol acompanha. O estudante diz que na hora de escolher a roupa, “as tendências da moda não interessam”.

Ricardo Rocha alinha pelo mesmo discurso: “No Inverno, o que interessa é estar quentinho”. O estudante do 4º ano de Direito apresenta-se com um casaco banal, discreto, e sem cachecol. Por baixo, apenas uma t-shirt.

Ana Isabel Moreira, do 3º ano de Psicologia já admite que gosta de complementar o tradicional casaco com cacehcóis coloridos, "para não ser tão sombrio", brinca. Com um kispo (que também resiste à chuva) branco, Isabel admite, porém, que quando sai à noite usa menos roupa: "normalmente só um vestido, ou um top". Ainda assim, "o casaco vai sempre por cima, para o caminho".


Filipe Sarmento, caloiro (1º ano) de Ciências da Comunicação, também gosta de casacos, mas tem preferências: "Gosto que sejam de marca, e que tenham pinta". Se for possível aliar as aparências ao conforto, este aluno fica "satisfeito". Também neste caso, o aluno apresenta-se apenas com casaco, t-shirt e cachecol.

Manuela Martins, do 4º ano de Relações Internacionais, assume que prefere gabardines. Neste ponto, está de acordo com Cidália Barros. Para além de serem casacos mais "compridos, que também protegem as pernas", os cachecóis combinam melhor. Ainda assim, se tivessem de escolher entre cachecol e gabardine ou casaco, a opção cairia "no casaco, definitivamente: é muio mais aconchegante".